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Junta de Freguesia de Alfragide testa novo método de deservagem

Por razões alheias à sua vontade, a Junta de Freguesia de Alfragide viu-se sujeitada a abandonar a utilização de vinagre e de sal no processo de deservagem das áreas de utilização pública, prática esta que vinha desenvolvendo com resultados destacáveis, que lhe permitia evitar a utilização de produtos fitossanitários no controlo de infestantes.

A Junta de Freguesia de Alfragide, deixará de ter como opção a aplicação de glifosato, estando actualmente a testar um novo método de deservagem, através da aplicação de um produto fitofarmacêutico que tem como principal constituinte o ácido pelargónico que é uma substância natural, extraída de plantas.

O recurso a esse produto justifica-se pelo facto de, a lista de produtos autorizados para o controlo de infestantes em zonas urbanas emitida em 2018 pela Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (na linha daquele que tinha sido o pronunciamento da Comissão Europeia sobre a mesma matéria) não permitir a utilização do composto de vinagre e sal.

Tal facto levou esta autarquia a procurar uma alternativa ao procedimento utilizado até aí, dentro daquela que é a lista restrita de produtos autorizados por aquela DGAV, tendo sempre como princípio a utilização de produtos que não apresentem riscos para o meio ambiente e para a saúde pública.

Deservagem na Quinta Grande
Quinta Grande – Alfragide

O método agora em teste, já adoptado por vários municípios e freguesias, foi aplicado experimentalmente na Avenida da Quinta Grande, por técnicos habilitados para o efeito.

Tal como aconteceu até aqui, a Junta de Freguesia de Alfragide continuará a desenvolver, em paralelo, trabalhos de corte mecânico da vegetação infestantes.

Para obter mais informações acerca desta substância bem como informações sobre os produtos autorizados pela DGVA pode consultar os seguintes sites:

www.dgav.pt/fitofarmaceuticos/lista/Rotulos/0997.pdf

www.dgv.min-agricultura.pt/portal/page/portal/DGV/genericos?actualmenu=3666217&generico=3666233&cboui=3666233. 

As Árvores no contexto urbano


A colocação de Árvores no espaço urbano é uma prática natural e cada vez mais premente no intuito de dar qualidade de vida aos cidadãos e pelas funções de natureza ambiental, ecológica, estética, patrimonial, social que estes seres vivos exercem.

A escolha da espécie de árvore e a sua inserção no meio urbano não é efetuada de ânimo leve e rege-se por algum rigor no sentido de estas constituírem a estrutura verde urbana que funciona como primeira linha de combate à poluição, no fornecimento de oxigénio e no sequestro de elementos nocivos para a saúde presentes na atmosfera.

No âmbito de esclarecimento de alguma discussão/contestação acerca dos pólenes libertados pelos Choupos/Plátanos que possuímos na nossa Freguesia, decidimos partilhar com os vizinhos de Alfragide, aquilo que é a opinião dos especialistas em alergias, a Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica (SPAIC).
https://www.cascais.pt/sites/default/files/anexos/gerais/new/parecer_da_sociedade_portuguesa_de_alergologia_e_imunologia_clinica_spa_.pdf

Também a DECO partilha no seu website informação a este respeito:
https://www.deco.proteste.pt/saude/doencas/noticias/sintomas-de-alergia-nao-culpe-o-algodao-das-arvores

A JFA encontra-se a trabalhar com a CMA na resolução desta situação, no entanto desde a semana passada foi reforçada a limpeza pública na Av. das Laranjeiras, Av. Da Qta. Grande, nomeadamente junto às escolas e parque infantil de forma a minorar o incómodo provocado pelo “algodão” dos choupos.